COMUNIDADE TERAPÊUTICA...DEMOCRATIZADA

     
 

 

Como prometi na segunda abordagem, esclarecedora, sobre o CRER-VIP e seu MODELO DE COMUNIDADE TERAPÊUTICA, titulo claramente mais suave que o da primeira matéria...COMUNIDADE TERAPÊUTICA...É IGNORANTE QUEM NÃO SABE O QUE É, quando eu estava muito zangado, pelas criticas feitas, atraves de um dos Diretores da Regional Internato dos Lagos CRER-VIP, o abnegado voluntário, Ricardo Miranda. As criticas, soube, foram feitas por desavisados políticos, que estão no poder, mas totalmente desassociados da desesperadora realidade e a urgente atenção que qualquer política publica tem que dar, para minimizar o numero alarmante e crescente de vitimas do álcool e das drogas local, extensiva a uma realidade que pode ser avaliada na proporção que cresce a violência...assaltos...acidentes...etc...que envolve, grande parte da Região dos Lagos. Se quiserem conferir outras matérias inerentes, visitem o site do jornal e leiam o que, muito mais sobre isto já escrevi e o PH, tem em seus arquivos. Estes políticos estão no poder, mas se esqueceram que não são os poderes, pois o povo que isto lhes atribui, o tal poder, nas próximas eleições, podem destituí-los, ou em um português mais claro...demiti-los. Mas, como eu e você, nosso importante leitor, temos agora pouco tempo, volto ao tema...Que esclarece como eram erradas em modelo as CTs, daquela época, pois Havia muito pouca comunicação entre os dependentes químicos, dos diferentes níveis, que gerava uma passividade total dos internos, mantidos na ignorância do que se passava ao seu redor e principalmente, em relação ao seu tratamento, Maxwell chegou então, para suprir estas vitais carências também terapêuticas, e criou Assembléias Gerais de debates, dentro das CTs então existentes. Buscava a participação, como faz hoje desta não mais experiência o CRER-VIP e muitas outras CTs existentes no Brasil. Nestas assembléias incentivamos até aos mais introvertidos internos, a sanar suas duvidas e dar suas opiniões, todos, passaram a ter o direito de perguntar, de expor suas idéias e internamente trabalharem para o bem comum dentro das CTs como terapia, que não tem nada de empirismo. Desta forma garantiam, como agora garantem a manutenção dos objetivos propostos nas CTs. Os resultados alcançados pela laborterapia foram ótimos, mas na prática, naturalmente e sem nenhum sobressalto, algum tempo depois, indicou algumas correções de rumo, sem prejuízo das diretrizes básicas de Maxwell Jones. O mais importante no entanto foi o descoberto por aquele, IP, Intrépido Presbiteriano, titulo lhe atribuído, na época de estudante, por seus colegas de faculdade. Mas ele enfim, anos depois só provou que tinha razão, pois descobrira na pratica que ao defender a participação ativa dos internos na própria terapia, completava o programa do tratamento da CT, pois a implícita comunicação social democrática e igualitária e o envolvimento de sentimentos na gestão da CT, permitiam a redução de varias tensões sociais. Para a composição dos programas, como os do CRER-VIP, muita coisa de M.J., foi aceito e é atualmente aplicado. Vejamos...O que em 1997, Helena Goti, lembrando que as CTs, não se destina a todo tipo de dependente, diz que ela deve ser aceita voluntariamente pelo dependente e que ao se tornar interno residente será o principal ator de sua cura, ficando a equipe com o papel de proporcionar apoio e ajuda, como faz todos os religiosos presentes nas atuais CTs, em todo o Brasil. Finalmente não podemos deixar de lembrar de George De Leon, em 2000, que enfatiza que as CTs, tem que ter, uma abordagem de auto-ajuda, fora das correntes médicas psiquiátricas, e psicológicas. Fala sobre a natureza terapêutica e do ambiente, sobre sua grande flexibilidade, no enfoque da pessoa como um todo e diz que é um processo de longo prazo, que deve resultar em mudança pessoal e no estilo de vida. Finalmente, adverte sobre o perigo de serem introduzidas práticas que contrariem a essência da proposta das CTs. Em verdade meus desenfornados gestores da saúde publica e da assistência social, as Comunidades Terapêuticas para o dependente químico, graças à sua grande flexibilidade, tem sido adotada em países com diferentes formas de governo, de culturas diversas, de vários graus de desenvolvimento e de religiões diferentes, mas só quando seus princípios básicos são respeitados os resultados são bons. Isto explica sua multiplicação, até como ação de segurança, constante nos continentes, como relevante e parte indispensável de uma inteligente política publica, que proteja todas as vitima da dependência química.

 
     
 
Notícia Publicada em: 10/07/2007

 

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