A VIOLÊNCIA & VIOLÊNCIA ILIMITADA

     
 

 

Pasmem...A (justiça) do nosso Estado, RJ, onde quase não existe violência...cic...promove e consegue na contra mão das necessidades das pessoas do bem, uma liminar que inviabiliza a revista em menores mesmo quando suspeitos. É o fim dos tempos!

E chegaram muitos e-mails(s), perguntando e pedindo explicações: Porque a coluna tem desviado do tema central que lhe atribuiu o titulo; AS DROGAS MATAM A FALTA DE SOLIDARIEDADE TAMBÉM? E mais sobre a tal (PEC) POLICIA ESCOLAR COMUNITARIA, que na matéria anterior abordamos. Como as duas principais perguntas de alguns, merecem uma resposta para todas as pessoas, que têm o carinho e a atenção de ler o que escrevemos, respondo: Primeiro, nos nunca fugimos do foco central da coluna, pois quando reportamos a primeira matéria desta serie, sobre Violência e Violência Ilimitada, nada mais estamos tentando mostrar em todas, os efeitos, oriundos do uso e abuso indiscriminadamente das drogas, licitas e ilícitas. Uma abordagem seria sobre qualquer tema, tem que tentar encontrar e revelar as causas, tem que avaliar os efeitos e como ato de cidadania e próprio de verdadeiros cristãos, montar estratégias capazes de minimizar o problema. Sobre a PEC, como e onde já esta funcionando etc...as especulações foram mais agressivas...Ora eu não posso contar, pois colocaria em risco os locais e as pessoas que na pratica já estão atuando. Na verdade repito o que reportei na matéria anterior, exatamente assim... Não sei se esta é a única solução ou tentativa a ser feita, mas penso que foi boa à iniciativa, ainda secreta de uma cidade que visitei; A criação da Patrulha Escolar e Comunitária. Ela foi criada pela PM da Comunidade local, em conjunto com as Secretarias Estadual e Municipal de Educação. O programa secreto, é realizado pela policia, escolas e comunidades, sendo denominada de (PEC) e desde então, além de ter aproximado a comunidade da escola, que tem literalmente apoiado a PM, que em dias diferentes, realiza operações discretas de busca, para verificar se alunos estão indo armados para a escola ou ainda estão usando drogas. Mas é só o que posso falar, pois senão esta ação deixaria de ser secreta e eu não costumo revelar nem os meus segredos quanto mais os que não me pertencem. Mas creio que a própria PM, que tem contingentes especializados com este norte, que funcionam em locais perto das escolas, já têm também uma logística para aceitar esta boa parceria com a Escola e a Comunidade. Penso que é só procurá-los. De acordo com um Capitão, deste projeto que comuniquei já existir, seu coordenador esclarece; Que o aumento no número de armas encontradas nas escolas, pelo projeto (PEC) em poder dos alunos, não significa necessariamente que a violência está aumentando. Esclarece; Isso é decorrente da intensificação do trabalho. Mas podemos afirmar que, antes da patrulha começar a agir, os professores, enfrentavam uma realidade completamente diferente. Hoje essa realidade mudou e o pavor não impera mais entre eles. E conclui. Desde o início das atividades, a patrulha já realizou operações em 166 colégios estaduais, 178 da Região Metropolitana e 288 do interior do Estado. E enquanto o poder público, às vezes tenta fazer a sua parte, ongs e organizações da sociedade, também ajudam como podem para mudar a realidade escolar, a (justiça) do Estado, aqui do nosso do Rio de Janeiro, onde quase não existe violência.. cic...promove e consegue na contra mão das necessidades das pessoas do bem, diante dos fatos atuais, uma liminar que inviabiliza a revista em menores. Agora após esta liminar, legalmente, a revista só pode ser feita diante dos responsáveis do menor ou de membros do Conselho Tutelar. Não cremos que um jovem porte arma quando acompanhado de seus responsáveis e nem que exista agente do CT disponíveis para estarem presentes às revistas de numero tão grande de jovens que para o bem da maioria, têm sim que ser revistado. A (PEC), não é uma solução que deva isolar qualquer iniciativa , como por exemplo à apresentada como uma outra grande idéia materializada pelo trabalho desenvolvido pelo Instituto de Defesa dos Direitos Humanos (IDDEHA), atraves de um líder comunitário, Sr. José Luiz Ventura Leal. Ele explica que atualmente estão sendo desenvolvidos dois programas que visam minimizar os efeitos da violência. O primeiro é Arte da Paz, que procura desenvolver a cultura da paz entre os alunos, utilizando para isso elementos da cultura Hip-Hop. Outro programa do IDDEHA é Escola Participativa Construindo Segurança. Nestes programas, são mobilizadas lideranças da comunidade que são capacitadas através de oficinas práticas e teóricas. O objetivo é ao final do trabalho, conseguir elaborar um plano de ação para resolver os problemas enfrentados pela comunidade diante da violência e violência ilimitada. A próxima matéria, a décima, sobre violência e violência ilimitada encerra, por enquanto, este tema.

 
     
 
Notícia Publicada em: 22/05/2007

 

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