A VIOLÊNCIA & VIOLÊNCIA ILIMITADA AQUI E ACOLÁ

     
 

 

Veja que triste coincidência. Para a materia passada, que enviei atraves de e-mail, como sempre faço de onde estiver, para o editorial do PH, desta vez às 12.42 horas do dia 16, demos o titulo Violência & Violência, DENTRO DA SALA DE AULA. Naquela materia afirmei em linhas gerais que a violencia atual, não é um serio problema, apenas brasileiro é global, do primeiro, do segundo e até, como diz, com muita propriedade o também global Fastão, deste nosso outro mundo chamado Brasil. Poucas horas depois, neste mesmo dia 16, acontecia um massacre em uma Escola Universitaria da Virgínia, um jovem aluno matou 32 pessoas e em seguida se suicidou ...E os principais jornais e portais estrangeiros, imediatamente começaram a dar informações, em tempo quase real, deste extremo ato de violência. Isto e muito mais aconteceu acolá, enquanto aqui, aumentando os dados da violência, um jovem era encontrado morto a pauladas, ali novamente no Alto do Cruzeiro da Rasa. Lamentavelmente não existe no Brasil, por falta de compromisso rigorosamente político com este mal, a dependência química presente como efeito de cada acidente ou tragédia, mas nunca nas prioridades da administração publica, ou será que eles, os políticos, são tão ingênuos a ponto de não saber que o álcool e as drogas, como causa, estão sempre ao lado da violência. Precisamos de uma pesquisa atualizada, para balizarmos com mais responsabilidade nossas ações presentes em busca de um futuro melhor. Elas são urgentemente necessárias. Alguns me perguntam: - Em fase desta critica, que tenho feito em todas as minhas palestra,... porque em defesa de seus próprios interesses, os políticos conseguem ter pesquisa, até diária se seus respectivos nomes, quando candidatos e se suas ações, estão ou não sendo aprovados por quantos e em que percentual, etc..? Já sobre o aumento desordenado da dependência química e conseqüentemente da violência, não temos nada atualizado e rigorosamente nenhuma resposta, pois não existem dados estatísticos que quantifiquem o problema. Alguns órgãos internacionais como a Unesco, vem desenvolvendo pesquisas inéditas e novas, que será lançada com o objetivo de quantificar e qualificar os tipos de violência ocorridos nas escolas brasileiras. Há alguns anos já passados, houve um seria pesquisa que praticamente não foi divulgada corretamente pela mídia privada e nem a publica para que, através de seus números, fossem desenvolvidos reais ações traduzidas em mecanismos básicos de prevenção, redução e quem sabe, descartando o impossível, a erradicação da violência nas escolas. A pesquisa...Cotidiano da Violência nas Escolas, que foi bem coordenada pela pesquisadora e socióloga Miriam Abramovay, ouviu-se cerca de 1.400 pessoas entre o final de 2003 e início de 2004. Foram aplicados questionários a 10.069 alunos e outros 1.927 a adultos de 113 escolas de cinco capitais: São Paulo, Porto Alegre, Belém, Rio de Janeiro e Distrito Federal. Segundo Miriam, o principal aspecto observado pela pesquisa é que os medos dos professores vêm das ameaças sofridas. Ela afirma que estas ameaças geralmente surgem de conflitos banais como notas, faltas ou uso de uniforme. Com a pesquisa, pudemos observar que a violência nas escolas está presente nas ameaças, nas relações. É a violência da briga, do insulto, do bater, que abre caminho para que outros tipos de violências mais graves entrem nas escolas. Dessa forma, pequenos conflitos causam grandes problemas, explica a pesquisadora. Nas pesquisas, percebeu-se o tom das ameaças sofridas pelos docentes. Um dos professores relatou o seguinte: O aluno disse que ia comprar um 38 e que era bom eu me cuidar. Outro professor contou: Um aluno me perguntou se eu tinha medo de tiro. Segundo a pesquisadora, o que torna o problema da violência escolar mais grave é o fato de que, a falta de dados comprovando a situação, não se consegue perceber como esta pequena violência pode se tornar algo grande. Um exemplo é à entrada de armas nas escolas. É pois impossível fazer qualquer comparativo e apontar o crescimento ou queda da violência ilimitada. Leiam que a próxima matéria.

 
     
 
Notícia Publicada em: 24/04/2007

 

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