O FENÔMENO SE CHAMA TOXICOMANIA

     
 

 

Você leitor, do Primeira Hora, ele como eu, ou qualquer um, temos vivido, nestes últimos anos, envolvidos por um fenômeno complexo cujas raízes ainda não foram totalmente analisadas ou compreendidas que se chama toxicomania, com a qual a nossa sociedade brasileira, assim como a sociedade de outros paises, pequenos ou grandes, se defronta sem que encontre a devida solução. Como abordei no artigo anterior, com o titulo, O HOMEM PAROU DE PENSAR, o uso de drogas tem despontado como um dos principais problemas da despreparada civilização moderna, notadamente entre os paises rotulados de, sub desenvolvidos, menos desenvolvidos, em desenvolvimento etc... onde, ao lado de outros problemas sociais e de saúde publica, o tóxico vai adquirindo aspecto epidemiológico dos mais graves. É difícil estabelecer um ponto de partida, em busca de respostas que nos mostrem quais os aspectos sócio-culturais que prevalecem em relação ao uso de drogas. Se fossemos estudar o passado, veríamos que as drogas estão presentes nas civilizações mais antigas, assim como no inicio deste século veremos o uso indiscriminado de substâncias que eram utilizadas pela medicina, sem que se desse nenhuma conotação de dependência ou vicio. Na verdade, muitas eram as razões para se usar uma droga, desde a inovação de “Espíritos”, nas cerimônias religiosas, até a compulsão de se inebriar com o seu uso, buscando, assim, fugir aos problemas de ordem pessoal, fato que não atingiu a minha geração.
Dentro deste conceito que poderia ser desenvolvido com maiores considerações, chegando a uma realidade: A ação maléfica das drogas no meio da juventude das ultimas gerações! Vivemos angustiados diante de um problema que passou a ser universal e que não se consegue dominar. Há reações as mais possíveis, dependendo da cultura de um povo, muitas vezes até incoerente, sem que se atinja seus objetivos. A mais flagrante é a ignorância das pessoas quanto aos efeitos dos tóxicos, especialmente os pais que na maioria desconhecem totalmente quais são os tipos de drogas, sua periculosidade e conseqüências.
O Brasil inteiro, independente de seguimento precisa mobilizar-se contra as drogas. Se realmente quisermos erradicá-las preservando as futuras gerações, precisamos começar já. O processo é longo, mas funciona. Não podemos deixar tantas vidas se perderem no vício e até na morte prematura. Temos que ajudar nossos filhos e nossos jovens, só assim preservarmos esta careta, mas maravilhosa instituição que são as nossas famílias.

 
     
 
Notícia Publicada em: 22/11/2005

 

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