VIOLÊNCIA & VIOLÊNCIA ILIMITADA

     
 

 

Ao ser tão incisivo em algumas de minhas colocações, contra o consumo cada vez mais descontrolado do álcool e das drogas em geral aqui através do Primeira Hora, tenho até receio que elas também possam depor contra os meus 67 anos de idade, se como contribuição as ações com o norte da prevenção para o futuro, que tem chegado cada vez mais veloz, não colaborar com algumas informações e conceitos pessoais. Não é por acaso pois, que em algumas matérias deixo de abordar diretamente as dependências químicas, que leva inevitavelmente ao crime, a violência e violência ilimitada e escrevo sobre as causas, sem mudar no entanto, em muito o rumo das matérias, mesmo tendo da direção do nosso jornal PH, que não nos coloca cabresto, mas nos cobra ética, a total liberdade para fazê-la. No entanto ao constatar até a vulgaridade imprimida na violência dos tempos atuais, fico a meditar e meu pensamento me pergunta...Porque antes nos meus idos tempos de criança e grande parte de minha romântica juventude, a violência quando existia estavam fundamentadas em outros motivos, rigorosamente, menos vulgares? Surge então na mídia a resposta; - De algum tempo já passados para cá, os homens do bem, só posso crer por ingenuidade, criaram permissividades para os do mal e eles passaram a praticar até sem motivos, toda ordem de crime, matando, destruindo sistematicamente pessoas boas com valores morais e se tornando pessoas traidoras, ambiciosas, irresponsáveis, imprudentes, desrespeitosas e rigorosamente inconseqüentes. Este triste fenômeno, o da violência, já controlado em alguns paises, começou a acontecer em todo Brasil, de norte a sul e ultimamente em maior escala e descontrolado. Os homens do mal sempre existiram, desde a época de Judas Iscariotes, se manifestando entre todos os segmentos da denominada sociedade humana. Aí eu novamente pergunto; Será que foi o descumprimento e não aplicação de leis já existentes? Ou foram as criações de novas leis, excessivamente liberais expressadas nos direitos chamado de humanos, para pessoas confessas e publicamente desumanas e a favor indiscriminadamente, de crianças que não agem como crianças? Vamos então, neste denominado por sugestão de uma internauta nosso ledor, dedicar este segundo capitulo de; VIOLÊNCIA E VIOLÊNCIA ILIMITADA, a dar maior ênfase ao modelo de criação moderna de nossos filhos, sem termos antes, também nos adequado para o próprio liberalismo da proposta defendida por muitos como inovadora. A nova criação, baseada no Estatuto da Criança e do Adolescente, deveria ter sido precedida das seguintes obrigações de um outro documento, denominado de Estatuto da Paternidade Responsável. Alguns iriam perguntar, o que seria isto? Seria as obrigatoriedades cívicas, morais e sociais de todos, homens e mulheres de avaliarem as suas condições mínima financeiras e moral, para assumir uma paternidade programada que por exemplo, não os levassem a dependerem somente de governos inconseqüentes, a assumirem seus filhos sem o aval da sociedade responsável, nem a obrigação de pagar como vem pagando, vários bônus para cada nascimento, não planejado, que acabam por condenar a toda sociedade produtiva a uma pior qualidade de vida e a um custo extra, o da inevitável violência e violência ilimitada, sem duvida, subproduto da diária e descontrolada fabricação irresponsável de novas pessoas. Vou dar um exemplo pratico. Aqui no Estado do Rio de Janeiro nascem, x + x + x + x crianças por dia, a maioria absoluta dependerá do Estado para sobreviver, ou seja; De habitação, assistência medica, jurídica, lazer, escolas etc... Aí imprimimos uma pergunta simples. Já existem serviços públicos, no mínimo satisfatório para as pessoas também já nascidas, sem planejamento, que sequer têm uma casa para morar? Será que o leitor já observou, que em todas as reportagens sobre os bolsões de regiões pobres do Brasil, só aparece às mulheres, sempre mães de três ou mais crianças, a maioria mesmo com ajuda clientelista dos governos com aparência, salvo raras exceções, de sofridas, desnutridas, sujas e maltrapilhas, ainda dependendo de tudo, que só podem ter sido concebidos por um irresponsável espírito de porco, pois nunca existe a presença de homens nestas reportagens, no caso, nem os do céu. E se existem, em que informação socioeconômica, exigida nos tempos modernos para suprir as inevitáveis necessidades daquelas crianças, em tese, ele se basearam para trazer seus filhos ao mundo? Em contra partida, este tipo de paternidade, vem obrigando até pais amorosos e presentes, que planejaram seus filhos, a se sentirem bandidos e criminosos por estarem ensinando a seus filhos, obrigações, habilidades e ofícios. Correm os riscos de serem taxados de pais desumanos, violentos, exploradores da criança etc.. Principalmente se lançarem mãos de muitas coisas boas, ensinamentos, usados em minha época, tão comum até em outras boas e severas gerações passadas. Para não ofender a ninguém, quero reportar, como muito bem criado eu fui, tomando seu tempo leitor com uma boa historia, que muito pode nos ajudar e também as próximas gerações serem menos violentas e necessitadas da dependência química... Agora me desculpem, mas o resto, da historia que dará continuidade a esta matéria, eu só poderei contar na próxima semana...

Nota: Recebi um simpático e-mail de uma leitora da nossa edição PH on-line INTERNET, de Juiz de Fora - MG, sugerindo que modificasse o titulo da matéria sobre este tema. A primeira foi VIOLÊNCIA & VIOLÊNCIA LTDA, esta atendendo a sugestão, ficou mesmo mais original, VIOLÊNCIA & VIOLÊNCIA ILIMITADA..

 
     
 
Notícia Publicada em: 27/03/2007

 

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