TRISTE ESTATÍSTICA

     
 

 

Ainda é muito cedo, para oficialmente termos os números das brigas, acidentes, atendimentos hospitalares, crimes etc... resultantes do uso descontrolado das drogas e especificamente do álcool neste carnaval. Infelizmente no Brasil a revelação até próxima dos números, tão importante para elaborarmos uma boa política de ações preventivas, só vem a publico, quando vem, três ou quatro anos depois. Eu até me lembro de uma professora que ouvindo esta triste informação, em uma palestra que realizávamos durante o III FÓRUM ANTIDROGAS PARA A JUVENTUDE EM JUIZ DE FORA, que curiosa nos perguntou porque sendo a dependência química entre a juventude tão ameaçadora, porque o governo não providenciava pesquisas urgentes e atualizada mês a mês sobre esta terrível ameaça. Respondi mesmo estando presente um ilustre representante do Governo Municipal e um outro Estadual... Que também nunca compreendi, principalmente porque então as grandes empresas de pesquisas existentes atualmente no Brasil, não são contratadas para este fim, já que têm conseguido apresentar números confiáveis, por interesse dos políticos, apurados até 12 horas antes, durante todas as ultimas eleições realizadas no Brasil. Conclui pedindo a todos que fizessem uma reflexão... Imaginem se as pesquisas eleitorais dependessem do moroso, popular e antigo IBGE. Os adolescentes de hoje, na minha experiência, tem que serem atendidos com boas ações iniciadas ontem, mas que, com certeza, ainda não existem. Todos lamentavelmente sabem que não ha números para se elaborar uma ação real e verdadeira. Sabem também que sem informações não se produz diagnóstico algum. E assim sendo, nossos jovens estão a cada dia, mais sujeitos ao contato com as drogas hoje, que os transformará no dependente do amanhã. A oferta da droga tem que ser evitada a qualquer custo, principalmente para os menores de idade que lamentavelmente em pesquisa realizada em Belo Horizonte, revelou que ela tem início atraves do uso do álcool; Pasmem, não às escondidas em bares ou boates, são em festinhas domesticas ou mesmo dentro de suas próprias casas. E o pior, é que 65% dos pais sabem, mas por descaso e desconhecerem a gravidade desta iniciação, pouco ou nada fazem. Em média, os jovens estudantes ou não que bebem, fez o primeiro uso de álcool quando estavam na faixa etária de 12,5 anos. Depois a pesquisa mostra claramente com dados alarmantes, que os adolescentes de hoje estão mais sujeitos ao contato com as drogas que nunca. A droga chega ao menor de idade no início anormalmente atraves do uso do álcool. Depois chegam outras dependências atraves do tabaco, solventes, medicamentos tarja preta de farmácias e uma centena de transvertidas anfetaminas, anticolinérgicos e ansiolíticos e depois, só depois, as drogas ilícitas. Em um levantamento nacional, feito por agentes da OMS, sobre o Consumo de Drogas Psicotrópicas, entre Estudantes do Ensino Fundamental e Médio da rede Pública de Ensino nas 27 Capitais Brasileiras, há três anos passado, ou seja em 2004 e só divulgada pelo CEBRID em 2005, o ambiente favorável ao inicio e uso de drogas nas escolas se dão atraves dos amigos que já a usam e facilitam as primeiras experiências com as drogas dentro das escolas e um outro grupo de jovens, confirmando a pesquisa já citada nesta matéria como tendo sido realizada em BH, o inicio se dá dentro do desinformado ambiente domestico.

 
     
 
Notícia Publicada em: 27/02/2007

 

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