DROGAS POR TODOS OS LADOS - 3ª PARTE

     
 

 

Na matéria anterior abordei a importância de se conhecer as drogas, para delas melhor nos defender. E será com este norte que continuaremos. Já definimos para nosso leitor, o que são drogas estimulantes e apresentamos como varias anfetaminas se apresentam, com rótulos diferentes e para aparentes necessidades. Falta, no entanto, lembrar pelo menos de outra droga, que esta por todos, classificada como um estimulante muito poderoso; A Cocaína, que por definição de toda comunidade cientifica, como já reportamos na matéria anterior, é uma substância de origem natural, extraída das folhas de uma planta chamada popularmente de coca, sendo encontrada exclusivamente na América do Sul. Na matéria anterior também nos limitamos a citá-la. Agora vamos nos aprofundar e sobre ela aprender mais um pouco. Esta droga possui uma alta capacidade de estimulação no Sistema Nervoso Central. As pessoas mais velhas, de 50 anos em diante, ainda se lembram, que durante o século XIX e o início do século XX, a cocaína era vendida em farmácias como anestésico local. O mais popular em minha época era a Chilocaina sendo também ingrediente central de um outro santo remédio, vendido como um poderoso tônico, capaz de dar mais vigor e energia as seus consumidores. No século XX tornou-se uma substância ilícita, devido aos efeitos danosos, causados em seus usuários. Historicamente foi conhecida como a «planta divina dos Incas» e tem, não sei se lendas, mistérios e fascínio. Conta-se que por volta de 2500-1800 A/C, no sítio arqueológico de Huaca Prieta no Peru, houve a descoberta das mais antigas folhas desta erva tão maldita quando preparada para fins ilícitos. O uso indevido de cocaína em todo Brasil varia bastante, conforme sexo e idade. Sendo do sexo masculino os principais usuários desta droga. No universo pesquisado pela OMS, foi revelado que em numero geral, de 2 a 3% das pessoas urbanas, entre 12 e 65 anos, já afirmaram terem consumido a cocaína, pelo menos uma vez durante os anos já vividos. Lamentavelmente, atentem-se autoridades desta nossa Região do Lagos: entre estudantes do ensino médio e fundamental esta faixa sobe vertiginosamente para mais de 20% e para 0,7% o consumo do crack. Sendo que a faixa etária de maior uso o da comentada cocaína; Lamentavelmente está entre os de 25 até os 34 anos de idade. A cocaína é e pode ser consumida sob diversas formas: Fumada, aspirada, injetada, ingerida ou aplicada diretamente nas mucosas de todo corpo humano (via vaginal e retal). Entre essas, a aspiração (pó) como também fazem os consumidores do fumo, do (crack e merla). Infelizmente são estas as formas mais utilizadas de consumo, que tem grande possibilidade de levar todos consumidores a morte, após apresentar os sintomas do ressecamento das narinas, taquicardia, palpitações, hipertensão, falta de apetite, falso aumento da sensação de vitalidade com diminuição da fadiga e sensação de que tornaram mais rápido o pensamento e o raciocínio sobre qualquer atividade que exerça. Mas al tempo as seqüelas tornam-se visíveis: E aí começa os problemas cardíacos, ferimentos nas cavidades nasais, perda significativa de peso, desnutrição, grande fraqueza, cansaço físico e igual aos efeitos das ilícitas anfetaminas, mania de perseguição e alucinações, ansiedade, inquietação psicomotora, mal-estar, invalidez e finalmente a morte.


Um dos grandes perigos e problemas da perigosa cocaína é a sua constante adulteração pela qual o produto puro passa, sempre com a finalidade de maior lucro, pois é comercializada a peso pelos traficantes, que pouco ou nenhum compromisso tem com a vida de seus consumidores. São diversas as substâncias acrescidas ao produto inicial e, normalmente, chegam aos usuários final, com apenas 30% de sua pureza original, pois nela dezenas de produtos é misturado, levando para dentro de seus consumidores, pasmem-se; Soda cáustica, água sanitária, solução de bateria de carro, cimento, pó de vidro e até, hormônio para engorda de gado e talco, feito entre outras formulas, da pedra caulim.


Na próxima matéria abordarei as drogas depressoras, aquela que sempre, diminuem a atividade mental fazendo com que o cérebro funcione mais lentamente. Juntos vamos saber mais sobre essas substâncias nocivas e extremamente depressoras, que inevitavelmente, reduzem a tensão emocional, a da concentração e a capacidade de memorização intelectual, que podem produzir estados de sonolência, embriaguez e até coma, motivo pelo qual não devem ser usadas durante a realização de atividades de alto risco ou complexas como, por exemplo, conduzir veículos ou pilotar aviões.




* É PRESIDENTE NACIONAL DAS COMUNIDADES TERAPÊUTICAS CRER-VIP E PAN-BRAS- PROJETO ANTIDROGAS BRASIL.www.crer-vip.org.br e mail:gonzaga@mar.com.br

 
     
 
Notícia Publicada em: 22/11/2006

 

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