ÁLCOOL, SEXO E CRIME, PARTE DA INFÂNCIA MODERNA

     
 

 

NESTA ULTIMA MATÉRIA DESMASCARANDO O ÁLCOOL VIII PARTE, DENUNCIO COM TODAS AS LETRAS, JÁ QUE TODOS NÓS FOMOS INCOMPETENTES, enquanto tribo humana socialmente organizada.Negar é leviandade das cabeças pensantes do mundo pois... Em 1973 o famoso pesquisador globalizado, Pechansky, já nos alertava; “Está baixando a idade para o acesso a tudo: ao sexo, ao crime e ao álcool”. O psiquiatra Jorge Gomes de Figueiredo complementava ao dizer que, “é um erro brutal do governo colar a imagem do capeta na maconha e na cocaína e ignorar o álcool nessas poucas campanhas (antidrogas)”. A legalidade da droga, apesar da proibição de se vender álcool para menores de 18 anos, também é um dos fatores que empurram os jovens na direção do alcoolismo. “Os adolescentes abusam porque, sabem que não vão ter uma overdose e existe a comodidade de que a bebida é legalizada”, afirma o psiquiatra Jair de Mari, professor da Escola Paulista de Medicina. Cabe aos pais conscientizar-se de que a bebida na adolescência pode não ser um problema passageiro e tratar o uso abusivo como o problema médico que ele realmente é. Observar o comportamento dos filhos é o melhor método de avaliação. Os problemas escolares também podem ser bons indicadores dos sintomas do alcoolismo. São comuns entre os adolescentes que bebem demais as perdas de memória, capacidades, em concentração e de raciocínios abstratas. Manias de perseguição e agressividade também surgem alguns casos. A escola acaba tornando-se um verdadeiro fardo para o jovem alcoolista, e as repetências de ano acontecem porque ele perde a capacidade de associar. Como toda droga, o álcool também está cercado de mitos, e muitos deles dizem respeito sobre o que fazer quando alguém bebeu demais. A este respeito, reproduzimos abaixo uma série de orientações originalmente encontradas no livro Conversando sobre drogas: Leve-o para casa; não o deixe dirigir automóvel ou moto; Se estiver inconsciente (desmaiado) leve-o para um pronto-socorro; Não o deixe nadar; Passe um agasalho por seu corpo para mantê-lo aquecido; É prejudicial dar banhos frios, já escrevi sobre isto nesta coluna. O uso de café forte não melhora a intoxicação. Não existem remédios que previnem os efeitos do álcool. Se estiver agitado, procure ajuda e não remédios calmantes. Se desmaiar deite-o de lado para evitar que aspire (sufoque) caso vomite; se estiver consciente deixe-o sentado ou deitado de lado.
O alcoolismo é uma doença incurável; Mas pode, no entanto ser tão bem controlado... pela vida toda como muitos já fizeram e poderão fazer; Como o fazem os que têm diabete, hipertensão ou artrose. A única maneira realmente eficaz de controlá-lo atualmente conhecida é parar de beber é não desprezar atos; De fé em sua igreja, principalmente em Deus. Nos tratamentos já vimos e tenho procurado informar, após longas pesquisas para nossos leitores, procuro indicar como tudo pode ser feito. Apresento o cientifico sem abandonar sequer, por um minuto, minhas convicções religiosas, ELE para mim é o criador de tudo. “A ciência é da lavra de Deus e como tal, a colocou em disponibilidade para o homem que queira usa-la”.
Apos isto esclarecer, em resposta a alguns que já me criticaram, volto ao tema para informar que no Brasil, apenas um antigo remédio é muito conhecido, o Antabuse, tem sido recomendado em alguns casos, mas já existem outros, para auxiliar no tratamento do alcoolismo, já que causa diversas reações avessas, como náuseas e vômitos em pacientes que insistem em beber. Assim mesmo questionado por vários médicos que não vêem eficácia alguma nestes desconfortos físicos, já que, segundo sua ótica, o principal seria o fator psicológico da doença. A possibilidade de riscos para a vida do paciente que se utiliza deste medicamento também é questionada. Mas nos Estados Unidos já foi a mais de 15 anos liberado pelo FDA, rigoroso órgão americano que controla alimentos e remédios, um novo medicamento que tem ajudado com eficiência, na recuperação de pacientes alcoólicos. Produzida em associação pelos laboratórios DuPont e Merck, a naltrexona, nome do princípio ativo do remédio (que já era usado na recuperação de dependentes de heroína), tem o efeito de impedir a sensação de euforia e bem-estar provocada por doses de bebidas alcoólicas, diminuindo o apetite para o álcool, sem contudo dispensar assistência psicológica. Nos testes que foram realizados, a naltrexona diminuiu os casos de pacientes que têm recaída depois de abandonar a bebida por algum tempo. No grupo que não tomou o remédio, 79% voltaram a beber. No grupo em que o medicamento foi utilizado, o índice caiu para 39%, e apenas 10% dos pacientes deste grupo apresentaram efeitos colaterais como náuseas, ansiedade, nervosismo, dores no estômago e na cabeça. “Não é uma pílula mágica”, ressalvou na época, Enoch Gordis, diretor do Instituto Nacional para o Abuso de Álcool e Alcoolismo dos Estados Unidos. O medicamento é comercializado sob o nome de Revia, a naltrexona pode ser importada pelos Correios com prescrição médica, mas no Brasil, já é encontrado, como reporta as grandes publicidades; Nas boas casas do ramo.

 
     
 
Notícia Publicada em: 04/07/2006

 

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