A FAMÍLIA NA RECUPERAÇÃO DOS DEPENDENTES QUÍMICOS

     
 

 

É pouco provável que, num tratamento onde a família não participa, haja bons resultados, ela é sempre importante no desenvolvimento do ser humano e, quando há um de seus membros com problema de álcool ou drogas, essa importância aumenta porque, de acordo com o comportamento dos membros familiares, pode haver até o fim da dependência. Em outras palavras, as reações familiares contribuirão muito para a recuperação ou para continuidade das perturbações familiares. Nós que pesquisamos os efeitos das dependências sabemos que, para cada usuário de álcool e ou drogas, pode-se incluir o cigarro, existem no mínimo mais três pessoas envolvidas e que, na maioria das vezes estão sofrendo tanto quanto a pessoa usuária e que encontra-se sobrecarregada de alguma maneira. Seja, emocionalmente, fisicamente ou materialmente falando.
A família costuma não ter idéia do papel importante que ela pode desempenhar num tratamento, muitas vezes por falta de informação. “Famílias Químicas” são predominantemente ou acabam sendo desorganizadas, visto que não conseguem levar adiante as mais elementares conquistas familiares e sentem incapazes de mudar. São pessoas que embora juntas não conseguem tranqüilidade emocional, econômica, social. A mudança é vista e vivenciada como ameaçadora, já que obriga a uma revisão de toda estrutura familiar, desde a sua origem até a dor que isso implica ao ter que se separar internando um ente querido.
Tratar da dependência química envolve toda a família numa proposta não só de “cura”, mas de mudança. Dizemos que não existe cura para a dependência química, mas sim o aprendizado da abstinência que se traduz como sendo a recuperação.
Disse Heráclito, um filosofo grego, há 2.500 anos já passados “Que nada é permanente, exceto a mudança”.
A dependência química pode ser estacionada, mas é pouco provável que a pessoa esteja curada, já que a instalação da dependência independe muitas vezes da vontade do organismo (metabolismo), que foge ao controle externo, por isso a vigilância e abstinência têm que ser constante.
Nós que estudamos o assunto temos na pratica feito descobertas importantes e procurado desenvolver e utilizar técnicas e tratamentos permanentemente atualizados.
Na Comunidade Terapêutica CRER-VIP visamos a reabilitação plena da pessoa, isto é, o encontro de um novo caminho de vida com padrões saudáveis para se viver e pensar, mas sempre tendo fé, e, Deus como o membro mais importante da família.
Estando devidamente orientada por um Pastor, Padre, Psicólogo ou Médico, a família poderá desempenhar de maneira eficaz o seu papel e contribuir para o sucesso no tratamento do dependente.

 
     
 
Notícia Publicada em: 18/10/2005

 

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